CONDUTORES [Museu de Arte de São Paulo – MASP e Sesc Interlagos], 2016

/Posted by: João Simões

https://masp.org.br/exposicoes/playgrounds-2016
Obra integrante da exposição Playgrounds

Trata-se de um trabalho que parte das hastes de apoio presentes na estrutura interna de um ônibus, interceptadas por duas arquibancadas posicionadas frente a frente, uma em cada extremidade. Na junção desses elementos, propomos elaborar relações com: o trepa-trepa presente nos playgrounds, o ônibus, noções de convivência e de pedagogia. O dispositivo criado também será utilizado e ativado pela equipe de mediação do museu.

METRO CÚBICO [Mostra 3M de Artes, São Paulo], 2016

/Posted by: João Simões

O grupo inteiro participa da 8a Mostra 3M de Arte no Largo da Batata, em Pinheiros, São Paulo, a partir de 15/09 às 18h, com a proposição artística Metro Cúbico que reflete sobre a condição histórica de ter água acessível em praça pública.

Campos de Invisibilidade [Sesc Belenzinho], nov 2018 – fev 2019

/Posted by: Cláudio Bueno

Proposta artística d’O grupo inteiro, baseada em curadoria, expografia e linguagem gráfica

O que está fora de nosso campo de visão ainda continua existindo. Essa exposição propõe uma reflexão sobre a infraestrutura tecnológica global e os processos de invisibilização presentes em seus modos de atuação (técnica, social, ambiental, sexual, espiritual, econômica, estética e política). Centra-se nas relações das tecnologias com a terra, com os corpos, e as diversas formas de vida. Reúne diferentes narrativas situadas a partir de regiões do Brasil e do Mundo.

Participantes: Ada Lovelace, Alan Turing, Aretha Sadick, Bruno Mendonça, Carolina Caycedo, Cristine Takuá, Déborah Danowski, Denise Agassi, Emma Charles, Felix Pimenta, Jon Rafman, Julio Plaza, Kabila Aruanda, Louis Henderson, Rita Wu, Ruy Cézar Campos, Tabita Rezaire e Territorial Agency. Palestrantes: Keller Easterling, Deborah Danowski e Tabita Rezaire. Mais informações: camposdeinvisibilidade.org

MANEJO [32a Bienal de Artes de São Paulo], 2016

/Posted by: João Simões

http://www.bienal.org.br/post.php?i=2747

realizado a convite do artista Jorge Menna Barreto, para projeto espacial da obra RESTAURO

A instalação parte de conceitos elaborados por Jorge em torno da obra e eleitos por O grupo inteiro, como: a noção de manejo florestal e os processos escultóricos realizados na poda das plantações; a ideia de microclimas, onde se pudesse realizar a “metabolização” da exposição, e assim: comer lendo, escutando, junto, entre outras conjugações possíveis; e os extratos da terra, que definem três camadas principais na altura das peças, entre outros, como os campos de visão entrecortados durante o caminhar numa floresta.

Pontos de Contato [AAREA], 2018

/Posted by: Cláudio Bueno

Obra audiovisual online realizada no contexto da plataforma AAREA.CO. Discute a infraestrutura tecnológica global e suas implicações políticas e sociais reveladas a partir da Praia do Futuro, em Fortaleza, onde chega a maior parte dos cabos submarinos de telecomunicações no Brasil. Acesse o trabalho em: http://www.aarea.co/ogrupointeiro/pontosdecontato/

TEIA + OBSTÁCULO [A Marquise, o MAM e nós no meio, São Paulo], 2018

/Posted by: João Simões

http://mam.org.br/exposicao/a-marquise-o-mam-e-nos-no-meio/

Em conversa com a curadora Ana Maria Maia e o Educativo MAM

Teia ocupou o espaço destinada a aranha de Louise Borgouis (que durante a exposição estava em restauro) e apresentava entre preposições o nome dos grupos que ocupam a marquise do Ibirapuera durante os finais de semana. Obstáculo refere-se a uma série de objetos que compunham o espaço expositivo e que aos domingos saíam para a marquise para serem utilizados por seus frequentadores, retornando ao espaço com as “marcas” desse uso e assim, estabelecendo uma relação entre o fora e o dentro do MAM.

CAMPOS DE PREPOSIÇÕES [Sesc Ipiranga], São Paulo, 2016

/Posted by: João Simões

http://camposdepreposicoes.sescsp.org.br

com a contribuição de artistas e professores da Central Saint Martins (Londres) e demais participantes

Campos de Preposições, projeto que reflete sobre modos de convivência em suas dimensões culturais, sociais e históricas, se dispõe no espaço e no tempo por meio de instalações, performances, encontros, diagramas, publicações e uma plataforma online. O projeto conta com a participação de artistas-acadêmicos da Central Saint Martins – University of the Arts London e outros artistas convidados, alinhados ao modus operandi que o Sesc São Paulo desenvolve há mais de 30 anos: suas histórias, seu olhar para o plural, sua capacidade de se reinventar e de se inserir de modo integrado e, simultaneamente, tão diferenciado na cidade.

METACOZINHA [Casa do Povo], 2015

/Posted by: João Simões

Ação desenvolvida em conjunto entre os coletivos da Casa do Povo (Ocupeacidade, G>E, Lote Osso e Coral Tradição) com Vitor Cesar e Carol Tonetti

A Metacozinha é o resultado de ideias e desejos que surgiram coletivamente – um espaço de descanso, um lugar de encontro, um suporte de objetos, um display para revistas, uma estrutura flexível, um objeto que se revele e se oculte. Arte, arquitetura e design desempenharam o papel de coreógrafos nessa ação, se incumbindo de traduzir possibilidades em uma proposta concreta: um mobiliário pensado para a cozinha, mas que possa ser levado para outros espaços da Casa do Povo; um móvel que tenha usos práticos, mas que também possa se transformar em uma parede de fundo; e principalmente, uma estrutura pensada para se relacionar com as pessoas que frequentam o espaço, uma estrutura com a qual os corpos possam interagir de diversas formas: Sentar, agachar, encostar, apoiar, deitar…e que tateie materiais e texturas diversas: madeira, aço, mármore, algodão.

CONTRACONDUTAS [Guarulhos e São Paulo], 2016-2017

/Posted by: João Simões

http://www.ct-escoladacidade.org/contracondutas/
Projeto desenvolvido no âmbito do Conselho Técnico da Escola da Cidade, com verba destinada pelo Termo de ajustamento de conduta do Ministério Público do Trabalho de Guarulhos e realizado por uma rede interdisciplinar de colaboradores

O projeto Contracondutas se origina de uma atuação do sistema de justiça do trabalho dentro das ações de combate e erradicação do trabalho análogo a escravo na construção do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em 2013. A Associação Escola da Cidade ficou encarregada de elaborar um projeto amplo e público que buscasse problematizar, difundir e transformar o conhecimento e a realidade do problema–enfrentamento nesse procedimento de justiça a partir de uma abordagem sobre a questão do trabalho análogo a escravo na contemporaneidade. Foi idealizado por uma equipe interdisciplinar de profissionais e opera como dispositivo que atravessa diversas atividades didático-pedagógicas, ao mesmo tempo em que incorpora e provoca indagações acadêmicas, jornalísticas e artísticas, projetando-se em direção ao debate público do tema e impactos na cidade, nas relações sociais, na ocupação do território, nos fluxos migratórios, nas políticas públicas e nas produções culturais.

MANO FATO MANO [Centro Cultural São Paulo], 2014-2015

/Posted by: João Simões

Mano Fato Mano instaura um espaço de reflexo e reflexão, permitido e ativado por desenhos e ações que informam o cotidiano nas cidades e, particularmente, em São Paulo. Elaborado de modo experimental-colaborativo pelo grupo do projeto mano fato mano, junto com a equipe do CCSP, este projeto compreende exposição, linguagem visual, site, publicação, ações e conversas, que compõem o visível-invisível que os desenhos (e o desenhar) desvelam e deslocam, práticas artísticas-políticas que inventam mundos outros.

CORRESPONDANCE [École Secondaire de Nyon Marens/Pro-Helvetia/far°, Suiça], 2018

/Posted by: João Simões

Em parceria com o programa Coincidências América Latina, Fundação Pro-Helvetia e Farº Festival, Brasil/Suiça

Junto à École Secondaire de Nyon Marens, O grupo inteiro propõe uma atividade de sala de aula, convidando os alunos a preencherem um formulário que revele pessoas, objetos e lugares de seus universos e imaginários. A partir dessas respostas, um diagrama de diferentes relações entre esses agentes – relações estas qualificadas pelas preposições –, é impresso no hall central da escola. Assim, ao longo do mês de novembro, O grupo inteiro estará com os alunos criando dinâmicas espaciais de materialização dessas conexões entre lugares, pessoas e objetos.